Scale X
Parecer técnico · 17.07.2026
Instagram · Empresa educacional

Perfil novo ou tudo no @ronney_menezes?

Parecer técnico da Scale X sobre onde a empresa educacional deve nascer no Instagram

Para
Islanny Santos e Dr. Ronney Wellyngton
De
Scale X · 17 de julho de 2026

Na reunião do dia 2 de julho, vocês pediram nossa posição sobre a única decisão em que a casa está dividida: a empresa educacional nasce num Instagram próprio ou dentro do perfil que o Dr. Ronney já construiu? Este parecer chega antes da proposta porque a resposta não depende da opinião de ninguém, nem da nossa. Ela já está nos dados do perfil de vocês.

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O que o perfil já provou

7.125
seguidores
112
publicações
29
posts medidos
em 90 dias

O @ronney_menezes tem 7.125 seguidores e 112 publicações. Nos 90 dias que medimos (29 posts, de abril a julho), um padrão salta aos olhos. O conteúdo mais visto do período foi pessoal (a viagem à Tailândia), com 4.917 visualizações e 88 visitas ao perfil geradas por um post só. Os posts jurídicos do mesmo período geraram entre 5 e 19 visitas cada.

O maior caso do escritório R$ 25 milhões

Esse perfil conecta pessoas ao Ronney que resolve o problema delas. E existe um dado que encerra qualquer dúvida sobre o valor desse ativo: foi por esse Instagram que chegou o maior caso da história do escritório, uma fraude de R$ 25 milhões.

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O ponto que decide a questão: são dois clientes que não convivem

O perfil do Ronney acabou de ser reposicionado com um alvo preciso. Ele existe pra atrair a vítima de fraude bancária e o empresário endividado, em casos a partir de R$ 30 mil. Bio, conteúdo e link foram desenhados pra essa pessoa se reconhecer e pedir ajuda.

A empresa educacional fala com outra pessoa: o advogado que quer aprender a atuar no bancário. E esses dois públicos, dividindo o mesmo perfil, se anulam:

  1. A cliente que perdeu R$ 300 mil e chega buscando socorro encontraria aulas de “como advogar no bancário”. A conexão quebra na hora: ela precisa de quem cuide do caso dela, não de um professor formando outros advogados.

  2. A objeção número 1 dessa vítima, confirmada na pesquisa do escritório, é o medo de cair num falso advogado. Um perfil que ora atende, ora vende curso, enfraquece justamente a prova de seriedade que destrava essa desconfiança.

  3. O advogado interessado no curso encontraria depoimentos de vítimas e chamadas de “fale com nossa equipe”. Ele não se vê ali.

  4. E o Instagram escolhe pra quem entregar cada post observando quem já interage com o perfil. Com dois públicos misturados, ele passa a errar pros dois: post de curso pra vítima, post de socorro pra advogado.

Misturar os públicos desfaz os dois trabalhos ao mesmo tempo, inclusive o posicionamento que o escritório acabou de investir pra construir.

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O que o mercado faz, e por que o caso de vocês é diferente

Seria fácil esconder a parte que joga contra a nossa recomendação, então vamos direto a ela: o padrão do mercado de educação jurídica é a marca-pessoa num perfil só.

Monaliza Krepe202 milseguidores no perfil pessoal
Andressa Bacellarcerca de27 mil
Paulo Guedes22 mil

Nenhum dos três separou a empresa do nome. E mesmo assim recomendamos o perfil novo, por uma diferença que muda o caso inteiro: nenhum deles mantém no mesmo perfil um escritório em operação captando cliente final de alto valor. O Instagram deles nasceu falando com advogado. O do Ronney nasceu falando com quem precisa de advogado e acabou de ser calibrado pra isso com ainda mais precisão. É um ativo de captação em produção, não um espaço vago esperando inquilino.

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A recomendação

Posição da Scale X

Perfil novo da empresa, lançado em colaboração com o @ronney_menezes.

O Instagram tem um recurso feito exatamente pra esse cenário: o post em colaboração. O mesmo conteúdo é publicado simultaneamente nos dois perfis e soma o alcance dos dois. Na prática:

  • A empresa não começa do zero, porque cada post aparece pros 7.125 seguidores do Ronney desde o dia 1
  • O perfil dele segue sendo 100% do escritório, com o posicionamento intacto
  • A empresa constrói patrimônio próprio, com seguidores, lista e histórico no nome do CNPJ
  • Em agosto, o evento da OAB-PI alimenta a lista certa, só de advogados, sem mistura

E vale registrar: os dois lados desta mesa têm razão no que defendem. A Islanny, na separação das marcas. O Rony, em não abrir mão de uma audiência que levou anos pra existir. A colaboração atende os dois, porque ele empresta o alcance sem ceder o território.

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Se a decisão for concentrar tudo no perfil do Rony

O projeto funciona nos dois cenários, e nosso papel é mapear o custo de cada um. Concentrando tudo no @ronney_menezes:

O que ganha
O que custa
O que ganhaAudiência pronta desde o primeiro post
O que custaDois públicos disputando o mesmo feed, com o Instagram errando a entrega pros dois
O que ganhaUm único canal pra administrar
O que custaO posicionamento do escritório, recém-construído, diluído a cada post de curso
O que ganhaCredibilidade imediata do acervo do escritório
O que custaA empresa nunca vira patrimônio próprio, porque marca, lista e seguidores ficam presos a um perfil pessoal
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Próximo passo

Nossa posição técnica está dada. A decisão é de vocês, e o projeto que preparamos contempla os dois caminhos, com os custos de cada um já calculados.

Na conversa da próxima semana, apresentamos o projeto completo: da fundação da marca ao pré-lançamento do livro em agosto. Este parecer é a primeira peça dele.

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Parecer técnico · Instagram · julho 2026